sábado, 31 de julho de 2010

Seios.

Tão iguais...
tão diferentes
tão macios,
sedosos e quentes...
Tão distante
e tão perto

inatingíveis
plausíveis,
tao incertos
e tão certos!
Geme a mente
que não mente
assolada por desejos
um tanto inconvenientes.
Anseios...
seios
que tremem a blusa;
receios
são meios que a mente usa
que meus instintos excitam
ao perceber que palpitam;
por quem será, minha musa?
Duplos em uno
belos em solo
sabor, textura e calor
é a sublime trindade
divina suavidade
e a unidade do seu colo.

JJ.

4 comentários:

MARIA JOSÉ disse...

Belíssima inspiração, belíssimos seios, sublimes na suavidade, provocantes dos anseios.Divino! Parabéns Poeta! Abs.

Clau Poeta disse...

Adoro este teu poema! Sensualíssimo, maravilhoso.
Bjs!

poeta entusiasta disse...

BBelíssimo poema nobre póeta
parabéns pelo excelente trabalho

Marta Rodriguez disse...

Uma leitura e tanto! Certa vez me pediram para eu compor uma poesia sobre o tema aqui tão bem descrito e eu, ah, eu não fui capaz e invejo-te por isto! Parabéns pela sensibilidade apurada poeta...Abraços.